quinta-feira, 7 de abril de 2011

A Batalha de Verdun, segundo a série "O Jovem Indiana Jones"

urante as filmagens de Indiana Jones e a Última Cruzada, durante as filmagens das primeiras cenas, que retratam o arqueólogo em sua juventude, surgiu a ideia de uma série, retratando esses momentos da vida do personagem.
Em 1992, ia ao ar, Young Indiana Jones Chronicles, mostrando as primeiras aventuras do futuro arqueólogo, as voltas com episódios e fatos históricos, como a Revolução Mexicana, Pablo Picasso, Sigmund Freud e a I Guerra Mundial.
Este episódio que eu separei é a união de dois episódios, retratando a famigerada Batalha de Verdun, em 1916. As trincheiras, os nascentes aviões, aos grandes canhões e a inútil corrida dos soldados contra o fogo das metralhadoras, onde pelo menos 260 mil soldados morreram, tudo isso é ratratado na primeira parte do episódio. A segunda parte acompanha o jovem Indy em uma folga em Paris, onde ele encontra a misteriosa Mata Hari, dançarina exótica que ficou mais conhcida pelas acusações de espionagem.
Infelizmente, a série ainda não foi lançada no Brasil em DVD.


Cientistas acham provável homem pré-histórico homossexual

Cientistas tchecos escavaram o que acreditam ser o esqueleto de um homem pré-histórico homossexual ou transexual que viveu entre 4.500 e 5.000 anos atrás.
A equipe de pesquisadores da Sociedade Arqueológica Tcheca constatou que os restos --retirados de um sítio arqueológico neolítico em Praga-- indicam que o indivíduo, de sexo masculino, foi enterrado segundo ritos normalmente destinados às mulheres.
A arqueóloga Katerina Semradova disse à BBC Brasil que o enterro "atípico" indica que o indivíduo encontrado fazia parte do "terceiro sexo", provavelmente homossexual ou transexual.
"Trabalhamos com duas hipóteses. A de que o indivíduo poderia ter sido um xamã ou alguém do 'terceiro sexo'. Como o conjunto de objetos encontrados enterrados ao redor do esqueleto não corroboravam a hipótese de que fosse um xamã, é mais provável que a segunda explicação seja a correta", disse Semradova.
As escavações foram abertas ao público nesta quinta-feira e a visitação tem sido intensa.

Indivíduo do sexo masculino foi enterrado segundo ritos normalmente destinados às mulheres

Os restos são de um membro da cultura da cerâmica cordada, que viveu no norte da Europa na idade da Pedra, entre 2.500 a.C. e 2.900 a.C.
Neste tipo de cultura, os homens normalmente são enterrados sobre o seu lado direito, com a cabeça virada para o oeste, juntamente com ferramentas, armas, comida e bebidas.
As mulheres, normalmente sobre o seu lado esquerdo, viradas para o leste e rodeada de jóias e objetos de uso doméstico.
O esqueleto foi enterrado sobre o seu lado esquerdo, com a cabeça apontando para o oeste e cercado de objetos de uso doméstico, como vasos.
"A partir de conhecimentos históricos e etnológicos, sabemos que os povos neste período levavam muito a sério os rituais funerários, portanto é improvável que esta posição fosse um erro", disse a coordenadora da pesquisa, Kamila Remisova Vesinova. "É mais provável que ele tenha tido uma orientação sexual diferente."


Fonte: Folha.com

sexta-feira, 25 de março de 2011

Tsar Bomb, a mais poderosa bomba já detonada

Em 30 de outubro de 1961, a URSS detonou o artefato nuclear mais poderoso já construído, a Bomba Tsar, com 57 Megatons, potência equivalente a todas as bombas lançadas durante a II Guerra Mundial, multiplicada por dez.
Originalmente, ela foi desenvolvida com uma potência de 100 megatons, mas temia-se as consequências, principalmente radioativas de uma explosão dessa magnitude. A título de comparação, a bomba Tsar, com seus 57 megatons (equivalente a 57 milhões de toneladas de TNT) fez a bomba de Hiroshima, com seus 13 kilotons (13 mil toneladas de TNT) parecer fogos de artifício.
Esta é uma filmagem da detonação da bomba Tsar. Seu cogumelo alcançou 60 km de altura e seus efeitos foram sentidos na Finlândia, a milhares de quilômetros de distância, onde janelas de casas chegaram a quebrar-se. Assista:



Neste site, chamado Ground Zero, que utiliza o Google Maps, podemos ver o alcance que as principais bombas nucleares da história em qualquer lugar do globo. Você pode "detonar" a bomba no centro da sua cidade e "ver" as condições que ficaria o bairro onde você mora. Macabro, no mínimo.

sábado, 19 de março de 2011

A origem do bolo de aniversário

Delicioso costume teve origem nas oferendas feitas aos deuses da Antiguidade

por Rodrigo Cavalcante

Celebrar uma data importante com direito a guloseimas tem sua provável origem nas festas de culto aos deuses da Antiguidade. Agradeça à deusa Ártemis, celebrada pelos gregos como a matrona da fertilidade, pelo aparecimento do bolo de aniversário. Ele é provavelmente a evolução de um preparado de mel e pão, no formato de uma lua, que fiéis levavam ao famoso templo em homenagem a ela em Éfeso, antiga colônia grega na atual Turquia.
Há especialistas que defendem outra teoria. Segundo ela, a tradição surgiu na Alemanha medieval, onde se costumava preparar uma massa de pão doce no formato do menino Jesus no Natal. Depois essa guloseima seria adaptada para a comemoração do aniversário de crianças.
Já o uso de velas também teria sido herdado do culto aos deuses antigos, que tinham a missão de levar, por meio da fumaça, os desejos e as preces dos fiéis até o céu, para que eles fossem atendidos.
Mas e as festas de aniversário? Até hoje, não se sabe a data exata de quando os nascimentos começaram a ser celebrados. Ainda nos dias atuais, a comemoração é um costume ocidental nem sempre seguido por outros povos. No Vietnã, por exemplo, os aniversários não são comemorados individualmente no dia do nascimento – e sim coletivamente, no ano-novo vietnamita, que segue o calendário lunar e acontece, em geral, entre os nossos 21 de janeiro e 9 de fevereiro.
Embora não saibam exatamente quando a tradição surgiu no Ocidente, os historiadores sabem que a festa já era conhecida na Antiguidade. “Os romanos não apenas comemoravam o dia do nascimento como tinham um nome para a festa: dies sollemnis natalis”, diz o historiador Pedro Paulo Funari, da Universidade Estadual de Campinas. “Há, por exemplo, um registro do século 2 em que uma cidadã chamada Cláudia Severa convida sua amiga Sulpícia Lepidina para a comemoração”, diz.
Outra tese que reforça a idéia de que foram os romanos os difusores dessa tradição é a existência de túmulos que registram com precisão o número de anos, meses e dias no sarcófago – o que indica que eles sabiam o dia exato do nascimento do sujeito. “Eles também comemoravam outros aniversários, como o da fundação de Roma, em 21 de abril”, diz Funari.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Por que os gregos chamam-se... gregos?


Povo tão influente para a cultura ocidental, os gregos não eram conhecidos entre eles como gregos. Sim, o povo de Homero, Platão e Leônidas chamava a si próprio de helenos, e sua terra de Hélade. O nome Grécia veio dos romanos.
Mitologicamente falando, Graco era irmão de Latino e sobrinho de Heleno, filho de Príamo, rei de Tróia.
Graco também era o nome de uma tribo beócia que migrou para a Itália no séc VIII a.C. Possivelmente, com o contato com os povos nativos, o nome dessa tribo passou a representar todos os povos helenos. Assim, os futuros romanos passaram a chamar todos os helenos de gregos e esse nome pegou em todo o ocidente.

PS. A idéia desta postagem veio ao escutar o ótimo Papo Lendário, o podcast sobre mitologia do site Mitografias. Vale a pena escutar todos os podcasts, especialmente este, que trata da geografia grega e sua relação com a Mitologia grega, de onde surgiu a ideia desta postagem

Documentário - Hiroshima

Nestes dias em que o Japão novamente enfrenta uma ameaça nuclear, lembrei-me deste ótimo documentário do Discovery Channel, mostrando o que foi o verdadeiro pesadelo nuclear: o bombardeio atômico sobre Hiroshima, em agosto de 1945. Esse e o bonbardeio de Nagasaki, alguns dias depois, levaram à rendição do Japão na II Guerra Mundial.
Assistam, vale a pena.


"Eu tornei-me a morte, o destruidor de mundos" (Robert Oppenheimer, diretor do Projeto Manhattan, que desenvolveu a bomba atômica)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Arqueóloga procura o túmulo de Cleópatra


A dominicana Kathleen Martínez, que gosta de se definir como advogada de profissão e arqueóloga por devoção, explica com simplicidade sua obstinada tarefa de entrar para a história se tiver sucesso em uma busca monumental: o túmulo de Cleópatra. Mais de seis anos após ser recebida no Egito como uma "cidadã de lugar algum" acredita estar próxima de completar seu propósito.

Fonte: UOL

Obras de revitalização revelam tesouros no Rio



As obras de revitalização da zona portuária têm revelado verdadeiros tesouros do Rio de Janeiro antigo. Funcionários encontraram a estrutura de um cais, construído no século dezenove, na época do império. O local será preservado e aberto à visitação.

Fonte: Uol

terça-feira, 15 de março de 2011

Cientistas dizem ter descoberto Atlântida

Atlântida: teria ela existido na Espanha?

Alguns cientistas afirmaram terem descoberto a civilização perdida de Atlântida, enterrada no sul da Espanha. Segundo os pesquisadores, a cidade de 4 mil anos teria sido enterrada por um tsunami.
As pesquisas começaram em 2004, quando o físico alemão Rainer Kuhne identificou formações estranhas em fotos tiradas por satélites. Alguns pântanos próximos a Cadiz possuíam estranhas formas geométricas que lembravam os restos de uma cidade.
Para continuar com as pesquisas, pesquisadores usaram várias técnicas, incluindo magnetômetros e espectômetros para encontrar evidências de presença humana que pudessem estar enterradas na lama. Até agora foi encontrado um forno comunitário e canais de água.
Richard Freund, arqueólogo da Universidade de Hartford, acredita que a cidade teria desaparecido por causa de um tsunami que devastou a região.
Os pesquisadores também encontraram artefatos próximos a cidade, sugerindo que havia outro agrupamento de pessoas próximo.
Arqueólogos buscam pela cidade perdida de Atlântida desde que Platão a descreveu, cerca de 2600 anos atrás. Segundo Platão, a cidade estaria próxima aos pilares de Hércules, associado ao estreito de Gilbratar.
Você acredita que Atlântida finalmente foi encontrada? Ou será que a cidade não passa de lenda? Deixe sua opinião nos comentários.

domingo, 6 de março de 2011

Documentário: Antes de Dominarmos a Terra: Dominando as Feras

E aqui está o segundo documentário desta série, "Dominando as Feras". Nesta parte, veremos a importância em a caçada tinha para o ser humano na Pré-história, as pinturas rupestres e suas relações místicas com as feras.