segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Túmulo de cantora do deus Amon-Rá é descoberto no Egito


Achado comprova que no vale dos Reis há também sepulturas de personalidades da época, além dos sarcófagos dos faraós

Túmulo de cantora de Amon-Rá foi descoberto a 600 quilômetros do Cairo, no Egito
Uma equipe de arqueólogos suíços descobriu o túmulo de uma cantora do deus Amon-Rá, da 22ª dinastia (712-945 a.C.), no vale dos Reis na cidade de Luxor, a 600 quilômetros do Cairo.
O Ministério de Estado para as Antiguidades do Egito anunciou neste domingo que os arqueólogos encontraram o sarcófago durante os trabalhos de limpeza de um corredor que leva ao túmulo de um faraó Tutmósis III (1490-1436 a.C.).
Nesse corredor, os especialistas encontram um poço que dá acesso a uma sala de sepultamento, onde a equipe suíça achou o sarcófago da cantora, conforme comunicado divulgado pelo Ministério.

O túmulo, de madeira e pintado de preto, tem escrituras em hieróglifo, que incluem o nome da artista "Ni Hems Bastet".
Os arqueólogos acharam ainda perto do túmulo do faraó um muro onde o nome da cantora também aparece inscrito.
A importância dessa descoberta, de acordo com as autoridades egípcias, é provar que no vale dos Reis, na margem ocidental do Nilo, que há sepulturas de outras personalidades da época da 22ª dinastia, além dos faraós.

Fonte: Ig

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Arqueólogos acham selo com mais de 1.500 anos usado para marcar pão em Israel

Um grupo de arqueólogos israelenses encontrou em Acre, no norte do país, um selo com forma de candelabro utilizado para marcar o pão há mais de 1.500 anos, informou nesta terça-feira a Direção de Antiguidades de Israel em comunicado.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Humanos antigos usavam cama com repelente de inseto


Quase 80 mil anos antes de os humanos começarem a borrifar substâncias químicas para controlar os insetos, os africanos usavam colchões feitos com plantas repelentes de insetos para garantir uma boa noite de sono.
O achado, publicado na revista "Science" de 09 de dezembro de 2011, tem por fundamento uma cama com plantas, de 77 mil anos, descoberta em uma caverna na província de KwaZulu Natal, na África do Sul. A cama é 50 mil anos mais antiga do que qualquer outra pré-histórica já descoberta.
A capacidade de repelir os insetos sugere que os humanos antigos estavam cientes das propriedades químicas e medicinais de algumas plantas.
"As plantas continham substâncias químicas que repeliam mosquitos e outros insetos. Asim, sabemos que eles conheciam as plantas medicinais", disse Lyn Wadley, professora de arqueologia na Universidade de Witwatersrand.
A arrumação ajudava a reduzir as doenças provocadas por insetos, embora os antigos humanos provavelmente não tenham estabelecido nenhuma conexão entre os mosquitos e a malária, disse a professora à Reuters.

Fonte: UOL

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Esqueleto de casal enterrado junto é encontrado


Arqueólogos descobriram em Modena, no Norte da Itália, dois esqueletos, um de um homem e outro de uma mulher, com mais de 1.500 anos. O casal foi enterrado no fim do Império Romano, de mãos dadas, e assim permaneceu por todo esse tempo.
“Era uma visão muito comovente e bonita de ver. Eles estariam olhando nos olhos um do outro no momento do enterro, como um sinal de amor eterno”, disse a arqueóloga Vania Milani. Segundo ela, a cabeça da mulher está virada para o homem, compondo uma cena comovente. “Eu suspeito de que a cabeça dele também estivesse virada para ela no momento do enterro, provavelmente em cima de uma almofada”, revelou Vania. Mas com a decomposição, o rosto dele teria se voltado para cima.

Os estudiosos encontraram um anel de bronze no dedo da mulher, o que sugere que os dois eram casados. É provável que o casal pertencesse a uma classe nobre da Itália. E, por causa do número de pragas que atingiu a Europa neste período, é muito possível que os dois tenham morrido quase ao mesmo tempo.


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Entrega para o rei Príamo de Troia


Google pretende digitalizar documentos bíblicos

Depois de avançar sobre a digitalização de livros, agora são os Manuscritos do Mar Morto que estão na mira do Google.

Em parceria com o Museu Israelense, a empresa pretende levar os documentos para a internet.
Descobertos ao acaso a partir de 1947, os manuscritos foram encontrados acondicionados em jarros, em Qumram, no Mar Morto. Além de conter as mais antigas versões de textos bíblicos, os manuscritos contém  livros apócrifos e regras da seita judaica dos Essênios que, acreditam os pesquisadores, teve influência no cristianismo primitivo.
Os documentos terão uma resolução superior a 1200 megapixels, sendo possível uma análise profunda até mesmo da superfície que os textos foram escritos. Além do hebraico original, os textos estarão disponíveis em inglês.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ruínas de escola de gladiadores são encontradas na Áustria


Arqueólogos anunciaram nesta segunda-feira a descoberta na Áustria de uma escola de treinamento de gladiadores que se encontra em bom estado de conservação.
Modelo de como seria a escola de gladiadores que se encontra enterrada em um sítio arqueológico na Áustria  (Ronald Zak/Associated Press)