segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Google pretende digitalizar documentos bíblicos
Depois de avançar sobre a digitalização de livros, agora são os Manuscritos do Mar Morto que estão na mira do Google.
Em parceria com o Museu Israelense, a empresa pretende levar os documentos para a internet.
Descobertos ao acaso a partir de 1947, os manuscritos foram encontrados acondicionados em jarros, em Qumram, no Mar Morto. Além de conter as mais antigas versões de textos bíblicos, os manuscritos contém livros apócrifos e regras da seita judaica dos Essênios que, acreditam os pesquisadores, teve influência no cristianismo primitivo.
Os documentos terão uma resolução superior a 1200 megapixels, sendo possível uma análise profunda até mesmo da superfície que os textos foram escritos. Além do hebraico original, os textos estarão disponíveis em inglês.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Ruínas de escola de gladiadores são encontradas na Áustria
sábado, 3 de setembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Exposição em Berlim reconstrói história do retrato renascentista
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| Dama com arminho, de Leonardo da Vinci |
A história do retrato no renascimento italiano poderá ser revista a partir desta quinta-feira no Museu Bode de Berlim, através de 150 obras, entre as quais se destaca "Dama com arminho" de Leonardo da Vinci, procedentes de 50 coleções espalhadas por todo o mundo.
Recém-chegado de Madri, o quadro de Da Vinci é sem dúvida a estrela da mostra embora terá que deixá-la cedo, em 31 de outubro, três semanas antes do final da exposição, para incorporar-se a uma retrospectiva no National Gallery de Londres.
Segundo o responsável pela exposição, Steffan Wepelmann, "Dama com Arminho" é o primeiro retrato da história da arte que "vai além da natureza" e inclui elementos abstratos.
Em geral, o retrato foi algo novo no século XV italiano, quando surgiu com grande intensidade, refletindo uma nova maneira de ver o mundo. Entre o século V e o XV, segundo os organizadores, os retratos de indivíduos eram estranhos e os que existem representam personalidades históricas ou de clara importância política.
No século XV, por outro lado, primeiro a Florença e depois em outras cidades italianas, começa a surgir uma proliferação de retratos. Keith Christiansen, diretor do departamento de pintura europeia do Metropolitan Museum, lembrou durante a entrevista coletiva a tese do historiador de arte Jakob Burkhardt segundo a qual o retrato é a melhor forma de representar a visão do mundo do renascimento.
"Queríamos verificar essa tese e queríamos contar a história do retrato", disse Christiansen. Os organizadores estão convencidos que com a exposição se abrem novos olhares sobre o renascimento e mais concretamente sobre a história do retrato, reunindo quadros dos museus berlinenses com outros procedentes de outros museus.
Assim, por exemplo, é a primeira vez que se reúne todos os retratos de Giuliano de Medici realizados por Sandro Boticelli. E, apesar dentre os atrativos da mostra destacam obras como "Retrato do Ancião e a Criança" de Domenico Ghirlandaio e o retrato em miniatura de Lorenzo de Medicis feito por Da Vinci.
No dia 20 de novembro, a exposição em Berlim acabará e no dia 19 de dezembro será transferida para Nova York, embora com algumas mudanças.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
A guerra da barba
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| O rei e sua barba da discórdia |
Em 1152, Leonor de Aquitânia, mulher de Luís VII, rei da França, brigou com ele, sob pretexto de que o rei raspara a barba. O fato é que nunca se entenderam, política e pessoalmente.
Divorciada, casou-se com Henrique II, rei do maior rival do ex-marido, a Inglaterra.
Claro que Luís VII não gostou, principalmente porque lhe foi exigida a devolução do dote. O rei francês declarou guerra ao rival britânico. Derrotado e humilhado, teve que retornar com o rabo entre as pernas e atacado por uma febre.
O conflito passou à História como a Guerra da Barba.
Homem moderno jamais coexistiu com Homo erectus, dizem estudos
O homem moderno jamais coexistiu com seu antepassado Homo erectus, revelam estudos.
O Homo erectus é considerado como o antepassado direto do Homo sapiens e se parece com o homem moderno em vários aspectos, mas seu cérebro era menor e o formato do crânio, diferente.O Homo erectus foi o primeiro de nossos parentes distantes a sair da África, há 1,8 milhão de anos, e desapareceu do continente africano e de grande parte da Ásia há 500 mil anos, mas suspeitava-se de sua presença na região de Ngandong, às margens do rio Solo, na ilha de Java (Indonésia), há entre 50 mil e 35 mil anos.
Como o Homo sapiens chegou à Indonésia há 40 mil anos, acreditava-se em uma possível presença comum em Java.
As últimas datações que apoiavam esta hipótese foram realizadas em 1996, a partir de dentes de animais e restos fossilizados de hominídeos, mas havia dúvidas sobre a idade real dos fósseis.
A partir de 2004, uma equipe internacional de antropólogos, dirigida conjuntamente por Etty Indriati, da Universidade Gadjah Mada da Indonésia, e Susan Anton, da Universidade de Nova York, conduziu o projeto Solo River Terrace (SoRT), que realizou novas análises, com diferentes métodos de datação.
Os pesquisadores do SoRT concluíram que, independentemente dos métodos utilizados, os fósseis do Homo erectus eram de um período bem anterior à chegada do Homo sapiens à região.
Assim, "o Homo erectus provavelmente jamais coexistiu neste habitat com os humanos modernos", declarou Etty Indriati.
Segundo as análises do SoRT, o Homo erectus estava extinto em Java há ao menos 143 mil anos, e mais provavelmente há 550 mil anos.
Uma coexistência entre o Homo erectus e o Homo sapiens reforçaria a teoria de que o homem moderno substituiu seus ancestrais no processo de evolução.
Mas a conclusão do projeto SoRT reforça a chamada "origem multirregional", que sugere que os humanos modernos são resultado de múltiplas contribuições genéticas, de diferentes grupos de hominídeos que viveram na África, Ásia e Europa.
Fonte: Folha.com
terça-feira, 5 de julho de 2011
Arqueólogos encontram o desenho mais antigo de um rei egípcio
Uma missão de arqueólogos americanos e italianos encontrou no Egito uma inscrição apontada como o desenho mais antigo de um rei egípcio. O material data da Dinastia Zero (3.200 a.C.), início da escritura hieróglifa.
Segundo o Ministério de Estado para as Antiguidades, o desenho está talhado em uma rocha e representa um rei com a coroa do Alto Egito.
O achado ocorreu ao noroeste da cidade de Assuã, a 800 quilômetros ao sul do Cairo.
O desenho faz parte de uma série de escrituras e imagens reais que mostram os rituais dos faraós nos tempos antigos.
Alguns representam cenas de confrontos, celebrações em barcos de pesca, sinais do poder político e animais.
A região de Assuã está repleta de desenhos e inscrições antigas, diz o comunicado do grupo.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Arqueólogos descobrem blocos com inscrições de antiga dinastia egípcia

Cairo, 27 jun (EFE).- Uma missão de arqueólogos franceses descobriu no Egito centenas de blocos de pedra com inscrições e desenhos de cores vivas que datam da dinastia XXII (945-712 a.C.), anunciou nesta segunda-feira o Ministério de Estado para as Antiguidades.
Descobertas na região de San el Hagar, na província de Sharqiya, no nordeste do país, as pedras foram reutilizadas por outras dinastias na construção do muro de um lago sagrado destinado ao templo do deus
Os arqueólogos devem continuar as escavações na área até localizar todos os blocos, cerca de 2 mil peças, para poder reconstruir o templo antigo do qual faziam parte seguindo as inscrições. Dos blocos recuperados, os arqueólogos limparam até agora 120 peças, das quais 78 possuem inscrições.
Há um ano, a missão de arqueólogos franceses tenta descobrir também o lago sagrado, que tem superfície de 30 metros, largura de 12 metros e profundidade de 6 metros.
Segundo o comunicado, a descoberta arqueológica atribui mais importância à localidade de San el Hagar, conhecida na antiguidade como o Luxor do norte do Egito.
Eric Klink
domingo, 15 de maio de 2011
Arthur, o herói da Bretanha
No mundo real, o dono da lendária Excalibur não foi rei nem se reunia com seus cavaleiros em torno da távola redonda, mas organizou uma resistência sem precedentes contra os bárbaros que ameaçavam sua terra
por Reinaldo José Lopes
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